quarta-feira, 1 de junho de 2011

Planeta X: Afinal, o que seria e onde se encontraria esse orbe?



Recentemente, a possibilidade da existência de mais um planeta no Sistema Solar o fez voltar à moda e diversos blogs passaram a especular que o hipotético objeto seria na verdade o Planeta X[Veja Planeta pode ter sido encontrado dentro de nosso Sistema SolarNASA nega a descoberta de nono planeta no Sistema Solar e Sonda da NASA pode ter detectado o mítico Planeta X], sempre lembrado e temido, mas nunca comprovado.

Para os que ainda não sabem, o Planeta X não existe. Esse é um termo utilizado informalmente sempre que se especula sobre a possibilidade de um novo objeto no Sistema Solar. Não se trata de um planeta, mas de uma expressão popular. O termo "Planeta-X" foi usado pela primeira vez no século 19, quando o astrônomo John Adams percebeu um estranho comportamento na órbita de Urano e que estaria sendo causado pela interferência gravitacional de algum outro corpo celeste. Essas perturbações levaram à descoberta de Netuno em 1846 por Adams e pelo francês Urbain Le Verrier. 

Mais tarde, voltou à tona depois que Le Verrier percebeu que havia mais alguma coisa que interferia nas órbitas, tanto de Urano como de Netuno e atribuiu essa alteração à presença de outro objeto desconhecido, o Planeta X. 

No começo do século 20, os astrônomos Percival Lowell e Willian Pickering chegaram a propor a possibilidade da existência de sete planetas que pudessem influenciar nas órbitas de Urano e Netuno. Os orbes foram denominados como O, P, Q, R, S, T e U. Com exceção de "P", todos os outros foram descartados e Lowell passou a chamá-lo, naturalmente, de "Planeta X". O público adorou o termo, que ficou mundialmente conhecido. 

Lowell devotou grande parte de seu tempo na busca do Planeta X até que em 1930 conseguiu descobri-lo, batizando o de Plutão. A partir de 1977, novas descobertas foram feitas na região da órbita de Plutão e dezenas de outros objetos foram ali encontrados, entre eles o planeta-anão Éris, que antes de ser batizado também recebeu a denominação Planeta X. 

Lotada de corpos gelados, a região onde Plutão se encontra é chamada de Cinturão de Kuiper [Cinturão de asteróides] e alguns pesquisadores acreditam que ali possa existir um objeto ainda maior que Éris, cujo tamanho possa ser similar a Mercúrio ou Marte. Alguns modelos matemáticos sugerem que a existência desse objeto poderia explicar algumas características bem incomuns observadas no Cinturão. Esse objeto também é chamado de Planeta X. 

Como se pode ver, o termo "Planeta-X" é dado informalmente a qualquer planeta ou asteróide hipotético e não se refere a um objeto em particular.

domingo, 29 de maio de 2011


A experiência de João de Freitas Guimarães, o paulista que passeou em uma nave espacial em plenos anos 50, antes de Yuri Gagarin e como convidado, não abduzido.

A literatura ufológica mundial registra poucos casos de terráqueos que foram convidados a realizar passeios em objetos não identificados de natureza voadora e submarina, e que foram tratados com dignidade e respeito por seus anfitriões. Normalmente, os seres extraterrestres abduzem suas vítimas à força e lhes dão uma ordem hipnótica para que esqueçam as humilhações e exames que sofreram em terra e a bordo de suas naves. Um dos privilegiados a receber tratamento amistoso foi João de Freitas Guimarães, que viveu uma inusitada experiência dentro de uma nave nos anos 50. O caso é clássico da Ufologia Brasileira e Mundial, e agora volta a ser tratado com novos detalhes apurados ao longo dos últimos anos.

O doutor Freitas Guimarães tinha 47 anos na ocasião e muitas atividades. Era poeta, poliglota e literato, e na época de sua experiência atuava como advogado, professor de Direito Romano e juiz do trabalho substituto em Santos. Nascido em São Paulo em 27 de janeiro de 1909, foi casado com Graziela Marques de Freitas Guimarães e tiveram quatro filhos. Abandonou o curso de medicina no Rio de Janeiro e graduou bacharel em direito pela Universidade de São Paulo (USP), em 1948. Começou a advogar na capital paulista, mas foi pouco depois para a cidade de Santos, onde exerceu a profissão em boa parte de sua vida. Ele fora efetivado como juiz do trabalho em concurso, chegando a juiz titular presidente da 2ª Junta de Conciliação e Julgamento de Santos, cargo no qual se aposentou em 1977.

João de Freitas Guimarães viveu 40 anos depois de sua experiência, sempre progredindo e lecionando outras matérias — era muito querido por alunos, colegas e parentes. Pela relevância de seu trabalho, após seu falecimento, seu nome foi dado ao edifício do Fórum Trabalhista de Praia Grande, no litoral de São Paulo, inaugurado em 03 de dezembro de 2003. Sua dedicação à área era tamanha que apresentou tese sobre Direito Romano em Congresso na Universidade de Perúgia, na Itália, como convidado de honra. Em 1995 foi homenageado pela Ordem dos Advogados do Brasil, seção de Santos, cidade em que faleceu aos 87 anos, em 23 de julho de 1996.

ENCONTRO COM EXTRATERRESTRES

O doutor Freitas Guimarães havia contado o episódio que viveu a pouquíssimas pessoas, pedindo total sigilo a respeito. Quase um ano após o fato, no entanto, um político traiu sua confiança e revelou-o à imprensa, provocando enorme interesse jornalístico. Isso resultou em muitas entrevistas concedidas a jornais, revistas e ao ufólogo Walter Karl Bühler, da extinta Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), além de apresentações em programas de televisão e palestras sobre o ocorrido. Infelizmente, no entanto, também sofreu críticas.

Em palestra gravada que fez em 1980 na já extinta Loja Maçônica Amphora Lucis, unidade das Grandes Lojas Maçônicas do Estado de São Paulo (GLESP), o doutor Freitas Guimarães queixou-se dos ataques que sofreu ao ter seu caso revelado pelo tal político e fez um relato completo do evento, de onde tirei muitas das informações para compor este texto [A transcrição está disponível na íntegra em www.ufo.com.br].

O fato se deu em 16 de julho de 1956*, durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek. João de Freitas Guimarães saiu da cidade de Santos, no litoral de São Paulo, onde morava, e dirigiu-se em seu carro para a cidade praiana de São Sebastião, cerca de 130 km ao norte, onde chegou ao entardecer. Como a estrada tinha muitas curvas e ele não gostava de correr, demorou de 7 a 8 horas para chegar, encontrando o fórum local já fechado. Ele então se hospedou no Praia Hotel, localizado na Avenida doutor Altino Arantes, chamada Rua da Praia, para tratar no dia seguinte de um caso envolvendo terras de um cliente de seu escritório de advocacia. Como se sabe através de seu próprio relato, pediu uma sopa para jantar, que não conseguiu tomar porque estava péssima.

São Sebastião recebeu este nome do navegador Américo Vespúcio, em 20 de janeiro de 1502, por ser o dia de São Sebastião. Para os índios tupinambás e tupiniquins que viviam na região, as caravelas que chegavam ao litoral deveriam ser tão estranhas como os discos voadores são hoje para o homem moderno. Após o jantar, o doutor Freitas Guimarães saiu para um passeio a pé e num monumento próximo leu a placa alusiva à fundação da cidade, e andou um pequeno trecho em direção à vizinha Caraguatatuba. Após a breve caminhada, o advogado sentou-se e ficou olhando e ouvindo o mar, tendo a praia à sua frente e Ilhabela ao fundo — seu carro ficara estacionado na frente do hotel. A mesma praia seria aterrada anos depois para a criação de um imenso parque com muitas áreas de lazer para o público. Aquele foi o cenário do contato.

VULTOS SEMELHANTES A SERES HUMANOS

De repente, João de Freitas Guimarães viu um clarão seguido de um jato de água e algo estranho saindo do mar, que pensou ser uma baleia. Mas aquilo voou em sua direção e pousou a uma pequena distância à sua frente, apoiando-se em esferas no final de hastes metálicas que encostaram na praia e no mar. Que distância esse aparelho teria navegado submerso? O advogado calculou que o veículo, de natureza ao mesmo tempo submarina e voadora — como a de alguns UFOs —, deveria ter cerca de 20 m de diâmetro por 6 m de altura. Tinha uma tarja no meio e exalava um cheiro ácido e desagradável. Uma escada foi baixada do objeto e de seu interior desceram dois vultos que, no escuro, pareciam seres humanos. Eles caminharam em sua direção. Quando se aproximaram, o doutor Freitas Guimarães viu que eram altos, claros e pareciam jovens. Não tinham barba, seus cabelos eram loiros, até os ombros e os olhos, claros. Os seres vestiam macacões de cor verde cana sem enfeites e se estreitavam na altura do pescoço, punhos e tornozelos, e usavam botas parecendo ser de napa.



João de Freitas Guimarães fez um passeio em um disco voador a convite de seus tripulantes, não à força


Diante dos estranhos, e imaginando serem estrangeiros, João de Freitas Guimarães perguntou em português se poderia ajudar em algo ou dar alguma informação, mas não obteve resposta. Como era poliglota, perguntou o mesmo também em francês, inglês, italiano e espanhol, igualmente sem sucesso — ele também era fluente em latim, alemão, russo, grego e esperanto. No entanto, ele entendeu em sua mente que os forasteiros lhe diziam: “Se quiser conhecer nosso aparelho e fazer uma pequena viagem nele, venha”. O advogado achou que estava imaginando essa proposta e continuou a perguntar se poderia ser útil, novamente recebendo a mesma frase em sua cabeça — foi quando se deu conta de que era uma comunicação telepática. Quando decidiu que aceitaria o convite, o ser que estava à sua frente captou seu pensamento telepaticamente, virou-se e foi para a nave, subindo a escada flexível com facilidade, apoiando-se com uma das mãos.

NO INTERIOR DA NAVE

O doutor Freitas Guimarães o acompanhou, mas subiu a escada com dificuldade, apoiando-se com as duas mãos. A outra entidade veio a seguir. Na entrada da nave havia um terceiro ser e, lá dentro, mais dois — eram cinco seres extraterrestres no total. Em seguida, com todos a bordo, fechou-se a escotilha do disco voador e o mesmo decolou. Neste ponto da narrativa, quero reiterar às autoridades municipais de São Sebastião a sugestão de que coloquem um marco no local do encontro, como já foi feito em outros países, que servirá de atrativo aos turistas que visitarem o município. Afinal, ali se deu um dos mais importantes casos de contatos diretos entre humanos e ETs já documentado — e para João de Freitas Guimarães ir ao espaço sideral, não foi preciso nem rampa de lançamento.

O advogado descreveu o interior da nave como sendo meio ovalado e com um cilindro ao centro que ia do chão ao teto. Encostado nele havia um sofá flexível, macio, parecendo ser feito de napa, sobre o qual o sentou. Sobre seu espaldar havia um instrumento luminoso que continha dois círculos concêntricos, com uma área toda iluminada e quadriculada. Nele havia muitos sinais e anotações, e três agulhas de diferentes tamanhos se movimentavam. Daquele cilindro central saíam paredes que separavam compartimentos quase triangulares, que João de Freitas Guimarães não conheceu, e na parte próxima ao exterior havia vigias ao alto com vista para fora. A nave era feericamente iluminada, mas não se viam lâmpadas.



A cidade de São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, foi palco de um dos primeiros casos de viagem de terráqueo a bordo de UFO


Em sua palestra na referida loja maçônica, o doutor Freitas Guimarães deu muitas informações técnicas sobre o vôo que fez naquele disco voador. Logo que sentou no sofá, o aparelho fez um ronco surdo e um ligeiro movimento, quando então se viu cair água pelas vigias. O advogado perguntou aos seus anfitriões se estava chovendo e foi informado de que não, que a água era formada pelo rotor do veículo. O vôo se deu, inicialmente, com o advogado vendo o escuro da noite e, em seguida, o que descreveu como um “espetáculo fantástico, extraordinariamente fantástico”. A escuridão deu lugar à claridade e ficou dia, e o viajante viu que havia blocos de nuvens de vários tamanhos dispersos, com o Sol dourado nelas batendo e criando lindas cores. A impressão era de que a nave estava parada e as nuvens é que se moviam a grande velocidade.

A seguir, o aparelho se aproximou de uma zona azul escuro, cheia de astros luminosos, e a nave trepidou levemente, o que causou um pouco de medo ao doutor Freitas Guimarães. Mas, antes de perguntar o que se passava, recebeu a informação telepaticamente: “Não tenha receio. Acabamos de deixar a atmosfera de seu planeta e mudamos o regime de navegabilidade”. Ele não entendeu o que isso significava, mas, a partir daí, João de Freitas Guimarães poderia ser considerado o primeiro astronauta terrestre — Yuri Gagarin foi ao espaço em 12 de abril de 1961, e o brasileiro Marcos Pontes só chegou a essa altitude em 29 de março de 2006. O advogado então se lembrou de que tinha deixado seu carro na rua, na frente do hotel, e ficou com medo de que pudesse ser roubado. Mas a viagem continuou com uma sucessão de dia e noite no exterior da nave, quando ele calculou que já estariam voltando para São Sebastião.

O RETORNO A SÃO SEBASTIÃO

O relógio de João de Freitas Guimarães havia parado às 19h40. Durante toda a viagem o magistrado conversou telepaticamente sempre com o mesmo ser, tendo obtido respostas a muitas de suas perguntas, porém uma não foi respondida: de onde eles vinham? Quando a nave finalmente pousou no mesmo local de onde tinha decolado, abriu-se uma escotilha e o professor desceu sozinho — a viagem tinha demorado cerca de 40 minutos. Ele teve vontade de correr, mas se conteve para não demonstrar medo e também porque no local havia uma gramínea na qual poderia tropeçar e cair. Então foi até o hotel, acertou seu relógio e verificou que seu carro estava perfeito. Em seguida, pagou sua conta e voltou para sua casa, em Santos, enfrentando mais uma longa viagem em estrada de más condições, agora ainda mais perigosa porque era noite. Conseqüentemente, o trabalho que teria que fazer no dia seguinte no fórum ficou para outra ocasião.



O prédio em que ficava o Praia Hotel na época da viagem de Freitas Guimarães, onde se hospedou antes de realizá-la


Ao chegar à sua residência em Santos, de madrugada, João de Freitas Guimarães contou o ocorrido à sua esposa e, nos dias seguintes, a poucos amigos nos quais confiava, pedindo sigilo a todos. Relatou também um dado inusitado: que havia marcado um encontro com os seres extraterrestres para um ano depois, no mesmo local e horário do primeiro contato. Pouco tempo antes desta data, no entanto, seu amigo político revelou a experiência à imprensa, que deu a notícia com grande destaque. Como resultado, tanto o doutor Freitas Guimarães como sua família começaram a ser perturbados por incrédulos inconvenientes e às vezes grosseiros. O caso tomou grande repercussão e o possível segundo encontro causou preocupação a algumas autoridades, como o coronel aviador Coqueiro [Nome completo ignorado], que procurou o professor e sugeriu que não fosse, pois a Força Aérea Brasileira (FAB) teria lá dois esquadrões de caças a jato à espera dos visitantes. Naturalmente, o noticiário a respeito também levaria ao local mais jornalistas e curiosos.

UM ESTRANHO RADAR EXTRATERRESTRE

João de Freitas Guimarães atendeu à sugestão do militar e não compareceu, mas o disco voador foi visto na área determinada, no dia e hora marcados, por grande número de pessoas — isso também foi amplamente divulgado pela imprensa. Lógico que, para confirmar esta informação e ter mais detalhes sobre ela, seria importante ter acesso aos registros dos radares daquela data. Após sua experiência e sua popularização, o advogado recebeu grande quantidade de cartas de pessoas do país e do exterior, inclusive civis e militares que também afirmavam ter viajado em discos voadores. Ele foi igualmente procurado pelo comandante do Navio Escola Almirante Saldanha, da Marinha, a famosa embarcação envolvida em outro episódio clássico da Ufologia Brasileira, o Caso Ilha da Trindade.



O russo Yuri Gagarin, oficialmente o primeiro terráqueo a ir ao espaço, em 1961, foi precedido por Guimarães, que cinco anos antes já fazia sua viagem.


Como se sabe, foi a partir do Almirante Saldanha, enquanto fundeado ao largo da Ilha da Trindade, que 48 tripulantes e passageiros viram um disco voador em 16 de janeiro de 1958 — fotografado na ocasião por Almiro Baraúna [Veja edições UFO 082, 115 e 170, agora disponíveis na íntegra em www.ufo.com.br]. Foi seu comandante quem informou ao doutor Freitas Guimarães que o instrumento que havia sobre o espaldar do sofá na nave em que ele viajou era o “mostrador de um radar altamente qualificado”. Na palestra em que revelou este fato, entretanto, o advogado não mencionou em que se baseou o militar para dar tal informação. Segundo fui informado, o Posto Oceanográfico da Ilha de Trindade tem um livro histórico onde podem estar registrados diversos casos de UFOs sobrevoando o local, conforme reportagem feita em 1999 pelo jornalista Ernesto Paglia para o programa Globo Repórter. O livro seria administrado pelo 1º Distrito Naval, no Rio de Janeiro.

REGISTRO DE UFOS PELO RADAR

Em 16 de janeiro de 2002, foi gravada uma edição sobre Ufologia do programa Circuito Night & Day, no qual fui entrevistado pelo apresentador, o deputado federal Celso Russomanno, junto com o engenheiro Ozires Silva, que é oficial da Reserva da Aeronáutica e chegou a ministro de Estado. Em sua carreira, acumulou posições de respeito, como fundador e presidente da Embraer, presidente da Varig e da Petrobras. De relevante para a Ufologia foi sua participação na chamada Noite Oficial dos UFOs no Brasil, de 19 de maio de 1986. Na ocasião, ele estava em um avião Xingu quando, a pedido da torre de controle do Aeroporto de Brasília, procurou, viu e relatou a presença de UFOs em seu trajeto [Veja edição UFO 140, agora disponível na íntegra em www.ufo.com.br].



À direita, o astronauta brasileiro Marcos Pontes, consultor da Revista UFO


O programa Circuito Night & Day foi levado ao ar em 19 de janeiro de 2002, quando reprisou a histórica entrevista de Russomanno com o brigadeiro José Carlos Pereira, então presidente do Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra), membro da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU) e atualmente conferencista em congressos de Ufologia. Naquela ocasião, Pereira mostrou ao entrevistador um dos livros do órgão com ocorrências ufológicas registradas em radares sobre o Território Nacional [Veja edição UFO 111 agora disponível na íntegra em www.ufo.com.br]. Este dado é importante para ser citado aqui porque, em 16 de julho de 1956, quando se deu o encontro entre João de Freitas Guimarães e extraterrestres em São Sebastião, com a respectiva viagem na nave, já havia cobertura de radar sobre a área onde o fato ocorreu, que fica na mais importante e movimentada rota aérea do Brasil, entre São Paulo a Rio de Janeiro.

PEDIDO OFICIAL DE INFORMAÇÕES

Levando-se isso em consideração, é de se supor que nossas autoridades tenham a documentação da “invasão”, naquela data, do espaço aéreo brasileiro por uma nave possivelmente armada de uma potência extraterrestre desconhecida — que, neste caso, se deu tanto no solo quanto em nossas águas territoriais. Tal documentação precisa ser guardada eternamente e espera-se que seja colocada à disposição do público e estudiosos com a maior brevidade.

A Lei 11.111/2005, que serviu de base para a campanha UFOs: Liberdade de Informação Já, promovida pela Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU), regulamenta novos prazos que o Governo deve seguir para manter sob resguardo documentação de caráter sigiloso, como são os arquivos referindo-se à manifestação ufológica no país [Veja edição UFO 160, agora disponível na íntegra em www.ufo.com.br]. O mesmo instrumento permite a qualquer cidadão ou entidade requerer tais informações à Comissão de Averiguação e Análise de Informações Sigilosas (CAAIS), ligada à Casa Civil da Presidência da República e criada para este fim. Assim, usando meu direito constitucional, em 30 de março de 2009 — mais de 50 anos após o evento —, requeri certidão ou reprodução de documento informando a que horas um UFO teria aterrissado por duas vezes em São Sebastião, em 16 de julho de 1956.



O Fórum Trabalhista da Praia Grande João de Freitas Guimarães, em cuja entrada está afixada placa em sua homenagem


Esta informação é indispensável para que a história saiba com precisão a duração da viagem de um professor de Direito Romano paulista ao espaço, muito antes do que Yuri Gagarin, o primeiro homem terrestre a ir em órbita. Para os filhos, netos, bisnetos e futuros descendentes de João de Freitas Guimarães, bem como para as muitas entidades às quais ele esteve relacionado, essa informação será também a arma definitiva para contestar céticos. Em resposta ao meu requerimento, no entanto, a FAB enviou ofícios muito cordiais, mas não atendeu ao pedido e não forneceu qualquer documentação com os registros dos radares daquela data.

Como considero tais dados de grande importância, aproveito a oportunidade para reiterar publicamente o requerimento inicial e solicitar que a coleção completa dos registros seja enviada ao Arquivo Nacional, como tem ocorrido com as pastas ufológicas liberadas. Dessa maneira se conhecerá os horários da experiência do doutor Freitas Guimarães. Ao mesmo tempo, os pesquisadores Cícero Buark e Jeannis Michail Platon, autores de obras sobre avistamentos no entorno de Ilhabela, no litoral norte paulista, poderão confirmar a autenticidade de que naves costumam mergulhar no mar na localidade.
Crédito : Revista UFO

sábado, 28 de maio de 2011

Misteriosas luzes de Brown Mountain



A Brown Mountain é uma longa cadeia de montanhas na Floresta Nacional de Pisgah, na fronteira dos municípios de Burke e Caldwell, Carolina do Norte. No decorrer do século passado, ela se tornou internacionalmente famosa por suas "Luzes Fantasmagóricas". De acordo com a lenda local, os índios Cherokee e Catawba travaram uma batalha feroz na cadeia montanhosa, em alguma ocasião por volta do ano 1200. Diz-se que os guerreiros marcharam para a batalha de maneira cerimoniosa, com tochas em chamas. Quando a luta terminou, as mulheres em luto aventuravam-se à noite na cadeia montanhosa, também à luz de tochas , em busca de seus amados mortos. Logo depois do evento, as luzes começaram a aparecer na montanha. A população sempre pensou que os brilhos estranhos na Brown Mountain fossem causados por espíritos errantes dos índios, com suas tochas ainda queimando.
A Cadeia é um lugar escarpado e traiçoeiro para se aventurar. Partes dela são marcadas por trilhas perigosas e rochosas. Elas podem ser atravessadas a pé, a cavalo ou com veículos para todos os terrenos. Ela também é uma reserva de ursos-pretos e serpentes mortais, que fazemlares confortáveis entre as placas de granito. Por ser tão inconveniente alcançar e explorar o local, as luzes normalmente são observadas a uma distância de vários quilômetros. A essa distância, elas ainda podem ser vistas bem brilhantes, mas as descrições variam.
Os pontos luminosos são geralmente "bolas de luz", que podem ser de praticamente de qualquer cor. No entanto, elas são com mais frequência brancas, laranja, amarelas ou vermelhas. Sua aparição é espontânea e imprevisivel. Você pode observar as montanhas por semanas e não ver nenhuma. Então, de maneira sensacional, elas aparecem. Você pode ver uma luz que fica no meio da cadeia montanhosa por um minuto. Ela pode aumentar o brilho por alguns segundos, depois diminuir por outros poucos, então aumentar o brilho de novo, e assim por diante. Quando fazem isso, são mais frequêntemente vermelhas na montanha, ficando brancas quando aumentam o brilho. Você pode também ver a atividade mais estranha de todas: a luz começa a se mover-dançar um pouco pela região... e então se dividir em três ou quatro luzes menores, cada uma aparecendo em uma espécie de órbita em volta das outras. Em seguida, as luzes podem se alinhar e se mover pelas montanhas, do mesmo jeito que almas andam com tochas. Essa linha fantasma vagueia pelo topo da cadeia montanhosa e some, ou algumas vezes apenas chega a um ponto onde diminui de intensidade e torna-se uma luz vaga e dispersa.
As Luzes de Borwn Mountain têm desconcertado cientistas. Elas foram  investigadas pelo menos três vezes  pelo governo dos Estados Unidos, duas vezes pela Geological Survey e uma vez pelo Weather Service. Até o instituto Smithsonian, em Washington ,D.C., enviou um grupo de pesquisadores, começando nos anos 70, a ORION (Oak Ridge Isochronous Observation Network- Rede de observação Nacional de Oak Ridge), uma equipe de cientistas do Laboratório Nacional de Oak Ridge, passou uma década acampando na montanha e realizndo uma vasta quantidade de experimentos. Pesquisadore testaram a possibilidade de gases naturais, miragens, plasmas e outros suspeitos típicos. No entanto, em nenhum caso uma explicação possível foi comprovada. Para muitos, isso aumentou a possibilidade de se tratar de atividade extraterrestre, manifestações de fantasmas ou outros fenômenos esotéricos.
O fenômeno também inspirou uma porção de mentes criativas. Eles são base de um grande sucesso do gênero "bluegrass", a canção "Bown Mountain Lights", lançada na década de 60. As luzes são retradas em várias obras de ficção e não ficção, tais como o romance de Andy Anderson, Kill One, Kill Two, e foram  até mesmo a base para um episódio de 1999 da série de televisão Arquivo X.

Apesar de todo o interesse , o enigma permaneceu.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Stephen Hawking: o céu não existe

Hawkings
E o mundialmente famoso físico britânico Stephen Hawking acabou dizendo que não acredita  no “céu” ou na vida após a morte. Quando morrermos, nossos cérebros param, e depois... acabou.
A morte, segundo Hawking, é ainda pior do que imaginávamos. Nada de portões dourados, renascimento ou anjos tocando harpas nas nuvens. Essas histórias sobre o que acontece após a morte são apenas “contos de fadas”, afirmou Hawking ao jornal inglês The Guardian em uma entrevista recente.
Mas essa opinião seria assim tão surpreendente?
Em setembro do ano passado, eu brinquei chamando Hawking de “encrenqueiro” depois da publicação de seu livro, The Grand Design. Nele, ele corta “Deus” da equação da criação do Universo. "Como existe uma lei como a da gravidade, o Universo pode e irá criar a si mesmo a partir do nada. A criação espontânea é a razão para existir algo em vez do vazio, e por isso o Universo existe e nós existimos”, escreveu ele.
Nesta nova entrevista, Hawking voltou a cutucar a onça com vara curta ao dizer: "Considero o cérebro como um computador que irá parar de trabalhar quando seus componentes falharem. Não existe céu ou vida após a morte para computadores quebrados; isso é um conto de fadas para pessoas que têm medo do escuro”.
Naturalmente, a declaração causou nova celeuma, irritando quem acredita que Hawking não deveria se imiscuir em questões religiosas. Stephen Green, diretor do grupo Christian Voice, declarou ao Cambridge News que “a comparação com um computador desligado revela um homem que só é capaz de pensar de forma materialista”.
Em vez de debater se o Céu, o Inferno, Deus ou o Chupa-Cabra existem, por que Hawking (mais uma vez) está agitando um pano vermelho diante do touro religioso?
Para começar, ele diz que não teme a morte, já que viveu à sombra desta ameaça por quase meio século depois de ter sido diagnosticado com uma doença neurológica debilitante aos 21 anos de idade. "Vivi sob a perspectiva de uma morte precoce durante os últimos 49 anos. Não tenho medo da morte, mas não tenho pressa de morrer. Tenho tantas coisas para fazer antes disso”, comentou. Diante da gravidade de sua doença, Hawking não precisa esperar pelo Céu para se sentir melhor.
Famoso por seu trabalho pioneiro em física teórica, Hawking falou no evento Google Zeitgeist em Londres, na segunda, para responder à questão: "por que estamos aqui?"
Em sua apresentação, Hawking discutiu as flutuações quânticas nos primórdios do universo, que se tornaram as sementes a partir das quais tudo o que existe se formou. Para Hawking, não é preciso haver um “criador” onipresente para formar o universo em que vivemos. Do Big Bang aos dias de hoje, a ciência pode explicar como chegamos até aqui. Não existe um “porquê”; estamos aqui por acaso, e nada mais.
"A ciência prevê que muitos tipos diferentes de universo serão espontaneamente criados a partir do nada. Estamos aqui por força do acaso”, declarou ao Guardian.
Essencialmente, Hawking baseia seu argumento na Teoria-M, uma extensão da teoria das cordas, que especula sobre a existência de 11 dimensões; nossa dimensão espaço-tempo de quatro dimensões, portanto, seria apenas uma parte da história. O primeiro passo para provar as bases da Teoria-M pode vir do Grande Colisor de Hádrons (LHC), que pode vir a descobrir partículas supersimétricas.
Embates com a religião não são novidade, e obviamente Hawking causou alvoroço. Entretanto, religião e ciência são coisas muito distintas. A fé não precisa de provas da existência de Deus, do Céu ou do Inferno. A religião é uma estrutura de crenças: nenhuma matemática pode contestar a fé, e nenhuma fé pode provar que um deus existe.
Se Hawking pôde com tanta facilidade refutar a existência do Céu usando equações aborrecidas, por que o Céu não poderia simplesmente ser acomodado nas equações para existir? "Hawking se dispõe a discutir a Teoria-M, na qual o universo teria 11 dimensões. Por que então ele não teria uma décima-segunda dimensão espiritual?”, questiona Green.
Como podem ver, ciência e religião muitas vezes misturam-se tão bem quanto óleo e água.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Os alienígenas falam a língua das partículas?

Supervivencia del Ecosistema Galáctico Mantén la cabeza hacia abajo - Digital VisionThinkStock
Os extraterrestres podem dispor de um outro meio de se comunicar através do espaço além das ondas de rádio e feixes ópticos. Uma equipe de cientistas sugere que os ETs poderiam codificar neutrinos, por exemplo.
Essas partículas de matéria são parecidas com elétrons, mas como não têm carga elétrica, podem atravessar qualquer coisa. Por isso, seriam ideiais para viagens de longa distância, já que os neutrinos não são perturbados por gás, poeira e outros materiais que podem bloquear ondas de rádio e outros tipos de radiação eletromagnética.
Os astrônomos têm vasculhado a galáxia há décadas em busca de sinais de rádio produzidos por alienígenas (e mais recentemente, por pulsos de luz artificiais), sem sucesso.
"Não temos a menor ideia de com uma civilização avançada poderia se comunicar conosco, e nem por quê”, afirmou o físico John Learned, da Universidade do Havaí, ao Discovery Notícias.
"Tudo o que fazemos é ciência exploratória: não conhecemos o jogo, não sabemos se participamos dele e nem conhecemos suas regras... e por isso é tão divertido”, disse Learned, que escreveu uma série de artigos sobre o uso dos neutrinos na comunicação.
Um ET poderia, por exemplo, disparar um feixe de neutrinos a níveis de energia precisos (e que não ocorrem naturalmente), o que chamaria a atenção de um cientista.
"Se houver uma civilização com a nossa, que é capaz de construir grandes detectores de neutrinos, quando alguém visse uma assinatura única, pensaria: ‘O que está acontecendo? Essa não é uma assinatura natural'. Isso chamaria a atenção na primeira detecção. E na segunda, diria ‘hein? O que está acontecendo aqui?'".
Outra técnica possível de comunicação é usar os neutrinos para alterar a taxa de intermitência de um tipo de estrelas pulsantes, chamadas variáveis cefeidas, que são usadas para determinar as distâncias entregaláxias.
"Uma civilização avançada poderia dispor de um acelerador enorme, recolher energia da estrela, armazená-la e então dispará-la em direção à estrela, fazendo com que pulse um pouco antes (ou depois), dependendo do objetivo. Como resultado, a estrela piscaria em um intervalo variável. A coisa mais simples seria fazê-lo em dois períodos: o período de tempo natural, e um outro ponto no qual poderiam iniciar o disparo antecipadamente, segundo sua conveniência”, teoriza Learned.
A melhor parte deste tipo de busca por inteligência extraterrestre é que os dados talvez já estejam disponíveis.
Segundo Learned, "estamos observando estas estrelas há mais de cem anos, mas os astrônomos não perceberiam essas alterações com análises comuns. Talvez elas estejam nos dados. É uma forma barata de busca porvida extraterrestre”.
Mas não para os alienígenas, ressalta o astrônomo do Seth Shostak, doSETI, que caça ETs à moda antiga: com ondas de rádio.
"A maioria dos experimentos com neutrinos detecta uma partícula em um milhão. Se a ideia é chamar nossa atenção com apenas 10 neutrinos detectados – uma mensagem muito simples, que diria apenas “estamos tentando entrar em contato” – enviar este único sinal exigiria a mesmaquantidade de energia queimada diariamente por todos os carros, trens, barcos e aviões da Terra", escreveu Shostak em um e-mail ao Discovery Notícias.
"Se os alienígenas, no ímpeto de encontrar novos amigos, estão enviando sinais a prováveis novos mundos a uma taxa de um (por) segundo, então sua conta de energia custaria 300 trilhões de dólares, se pagassem as mesmas tarifas que nós”, argumenta Shostak. "Mesmo para ETs abastados, seria caro demais”.

sábado, 23 de abril de 2011

Força Aérea Argentina confirma oficialmente casos envolvendo UFOs nos céus do país



Integrada por pilotos, meteorólogos, técnicos, médicos, psiquiatras e pessoal do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (INTA), a Comissão de Investigação de Fenômenos Aeroespaciais (CIFA) estudará os aparecimentos e a Argentina soma-se assim a uma tendência mundial, criando uma comissão especial para pesquisar o Fenômeno UFO
[Em notícias anteriores, a tínhamos também como Comissão de Estudos de Fenômenos Aeroespaciais ou Celestes (CEFAC)].


A suposição de uma cultura avançada que se esconde entre as nuvens motivou histórias de conspiração e espionagem que o cinema conseguiu capitalizar. A Força Aérea Argentina (FAA) sempre mostrou interesse pelos UFOs e, para investigá-los, agora criou o primeiro organismo oficial, que pretende igualmente desclassificar documentos sobre o tema e analisar com um enfoque científico a presença de objetos voadores não identificados. Organismos semelhantes já atuam em diversas nações sul-americanas.


O capitão Mariano Mohaupt, porta-voz de imprensa da FAA e encarregado de presidir esta comissão, reconheceu pela primeira vez que "a Força Aérea Argentina confirma o avistamento e estudo de fenômenos aeroespaciais que não puderam ser identificados". Isto não quer dizer que se acredite na existência ou visita de civilizações extraplanetárias. Diariamente os astrônomos, por exemplo, captam objetos que não conseguem precisar.


Ainda que num momento inicial se assemelhem a um disco voador, primeiro é necessário descartar que não sejam balões meteorológicos, foguetes, lixo espacial, meteoritos, fenômenos astronômicos, fenômenos naturais ou artificiais terrestres, equívocos etc. Ninguém pode pesquisar objetos voadores sem conhecimento do tráfego aéreo ou de condições atmosféricas, porque "muitos dos fenômenos duram alguns segundos e depois se dissipam", explicou Mohaupt.


A comissão, que começará a funcionar em dois meses, será interdisciplinar e seu propósito é determinar quando um incidente responde a causas meteorológicas, astronômicas ou físicas e quando não. A equipe estará integrada por pilotos, pessoal do Serviço Meteorológico Nacional, da Administração Nacional de Aviação Civil e outros profissionais em caso de acontecimentos geofísicos, com a intenção de outorgar um marco científico a essas anomalias. 


"O método para indagar em qualquer fato significativo divide-se em três fases. A primeira será a recompilação dos dados de fontes primárias e secundárias. A contribuição dos cidadãos e instituições será crucial neste ponto. A fase intermediária contempla um estudo pormenorizado da cada caso particular e sua posterior documentação. Aqueles fenômenos que não tenham sido esclarecidos, passarão à terceira etapa de análise estatística e a de cruzamento de dados que envolve a cada especialidade", resumiu Mohaupt.


Sobre os benefícios desta iniciativa oficial, Silvia Pérez Simondini [Consultora da Revista UFO e entrevistada da edição 165], diretora da Comissão de Estudo do Fenômeno OVNI da República Argentina (CEFORA), opinou que "é maravilhoso que se tenha criado a comissão, pois cada vez que precisarmos realizar uma análise teremos acesso aos laboratórios oficiais". Da ótica da ciência e da religião ficam poucas dúvidas, ainda que faltem provas definitivas. O físico e cosmólogo britânico Stephen Hawking afirmou que os extraterrestres "quase seguramente existem", ainda que tenha aconselhado que os humanos evitem o contato, enquanto o diretor da Specola Vaticana de Castelgandolfo (Observatório Astronômico do Vaticano), o jesuíta George Coyne e outras autoridades da Santa Sé concluíram que não descartam a vida em outros planetas...

Para o astrônomo Roberto O. Venero, "a maioria dos cientistas, hoje em dia, considera como alta a possibilidade da existência de vida em outros sistemas planetários. Esta idéia tem sido apontada com o achado de numerosos exoplanetas que se constituem em palcos potenciais para o desenvolvimento da vida". No entanto, estas expectativas fundadas em fatos científicos, não teriam nenhuma vinculação com o Fenômeno UFO, segundo Venero. "Relacionar luzes ou objetos voadores que não podem ser identificados por algum motivo com naves extraterrestres que nos visitam, corresponde ao terreno da fantasia. Não é maduro explicar aquilo que não entendemos com uma idéia preconcebida só porque não o compreendemos", disse ele.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

O caso Dolores Barrios

Determinados casos ufológicos são mais intrigantes pela estranheza do nascimento da própria história em si do que propriamente pelo assunto que retratam. É o caso da foto abaixo, de uma insuspeita senhorita que, noutro contexto, teria suscitado profundas pesquisas. Infelizmente, o caso desta mulher gerou mais ceticismo do que pesquisas aprofundadas. Quem é ela? Seria realmente uma extraterrestre? Como foi conseguida uma foto sua? O texto e as fotos deste post do GnosisOnline são baseados na edição do dia 16 de outubro de 1954, da revista O Cruzeiro.

Uma ET no Congresso de Ufologia?

Nos dias 7 e 8 de agosto de 1954, em Monte Palomar, nos Estados Unidos, realizou-se um dos primeiros grandes congressos ufológicos de contatados. Ali se encontravam contatados famosos, como George Adamski (contatado dos venusianos), Truman Bethurm (contatado dos habitantes do planeta Clarión) e outros.
Algumas pessoas notaram uma mulher que julgaram ser “estranha” e pediram ao jornalista João Martins – o mesmo do caso Barra da Tijuca – que estava a trabalho para a revista O Cruzeiro, para tirar fotos dela.
Martins tirou a foto, mas com a luz do flash ela se assustou e saiu rapidamente do local, entrando em um bosque próximo ao local do evento. Muitos consideraram-na como sendo uma “extraterrestre” graças ao seu estranho comportamento e até por algumas características físicas peculiares, mesmo curiosas, como podemos observar nas fotos. Observe você mesmo os detalhes do rosto desta bela mulher, como seus olhos, nariz e bochechas. Os olhos têm uma profundidade estranha e bela…
Porém, o fato mais insólito foi que muitas pessoas viram uma nave sair desse bosque, deixando todos os presentes impressionados. Momentos depois, descobriram que essa “extraterrestre” havia estranhamente assinado o livro de visitas com o nome de Dolores Barrios, e que declarou ser uma estilista de moda de Nova York. No entanto, ninguém ouviu falar de uma estilista de moda loira com esse nome latino…
Será ela uma extraterrestre? A que veio? O que fazia em um congresso onde participaram alguns dos mais destacados contatados da época?
Bem, o que sabemos, com certeza, é que os extraterrestres não querem manter contato público conosco por saberem que suas vidas correm perigo. Sabemos que muitos irmãos do cosmo são mantidos cativos pelas forças armadas de alguns países (como EUA e Rússia). Seria por isso que essa extraterrestre fugiu do público? Veja a imagem desta estranha mulher :
Isso , meus amigos , será um ET , um alienígena , ou uma pessoa com uma rara doença ?